Os policiais civis e delegados pararam as atividades durante uma hora nesta segunda-feira, dia 22, para protestar em defesa da inclusão dos profissionais no grupo majoritário de vacinação contra a Covid-19.
“Esse é um momento de indubitável conscientização e engajamento de todos os policiais civis piauienses, eis que, sabemos da essencialidade da prestação de nossos serviços à sociedade e devemos sim receber do ente estatal o respeito e a valorização para com os trabalhadores policiais civis no tocante a uma vacinação mais célere, entre os grupos prioritários, além de nos unirmos na luta pela preservação dos direitos que já conquistamos e os que almejamos conquistar, enquanto categoria”, disse, em nota, o Sindicato dos policiais civis do Piauí (Sinpolpi).
A definição dos grupos prioritários de vacinação é feita pelo Ministério da Saúde. No entanto, os estados podem ter legislações que incluam classes ou categorias entre os que devem receber de imediato a vacinação da Covid-19.
No Piauí, atendendo a um projeto de lei do deputado Franzé Silva os deficientes físicos foram incluídos no grupo prioritário e iniciaram vacinação no Estado. “A atividade de segurança pública é um serviço essencial. Infelizmente a gente não tem como evitar o contato com um indivíduo que está sendo preso, por exemplo”, disse o delegado Higgo Martins. Ele não descartou novos movimentos caso não consigam respostas do Governo.