- Influenciador Bambety é morto a tiros após sair de festa na Bahia
- Douglas Bispo tinha quase 40 mil seguidores e fazia humor nas redes
- Polícia investiga autoria e motivação do crime em Serrinha
O influenciador digital Douglas Bispo Silva, de 21 anos, conhecido como “Bambety do close”, foi morto a tiros na madrugada deste domingo (29), na zona rural de Serrinha, cidade localizada a cerca de 70 km de Feira de Santana, na Bahia. Ele era conhecido nas redes sociais por vídeos de humor e dança.
O Que Aconteceu
- Crime aconteceu na madrugada deste domingo: O influenciador Bambety foi assassinado por volta das 2h da madrugada deste domingo (29), na zona rural de Serrinha, no interior da Bahia.
- Vítima saía de festa tipo paredão: Segundo informações iniciais, Douglas Bispo Silva foi surpreendido ao sair de uma festa do tipo paredão, realizada no povoado Alto da Bandeira. O jovem foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu no local do crime.
- Outro homem também foi baleado: Durante a ação criminosa, um segundo homem também foi atingido pelos tiros. Ele foi socorrido pelo Samu e levado ao Hospital Clériston Andrade, onde permanece internado. Até o momento, não há informações atualizadas sobre o estado clínico da segunda vítima baleada.
- Polícia faz buscas, mas ninguém foi preso: Equipes da Polícia Militar da Bahia realizaram rondas na região após o crime, mas nenhum suspeito foi localizado até agora. O homicídio está sendo apurado pela Delegacia Territorial de Serrinha, que investiga a autoria e a motivação do assassinato.
- Bambety tinha quase 40 mil seguidores: Nas redes sociais, Douglas Bispo Silva acumulava quase 40 mil seguidores no Instagram, onde publicava conteúdos ligados a dança, humor e cotidiano.
- Influenciador integrava coletivo LGBTI+: O jovem também fazia parte do coletivo Flores do Sisal, grupo ligado à comunidade LGBTI+, que lamentou publicamente a morte nas redes sociais.
- Coletivo lamentou a morte do jovem: Em nota, o grupo destacou a perda de uma figura querida e criticou a violência que atinge jovens e corpos dissidentes nos territórios do interior baiano. “Hoje o nosso coletivo amanhece mais triste”, disse o coletivo Flores do Sisal.