- Justiça nega exame mental a ré por envenenar ovo de Páscoa no MA
- Crianças de 7 e 13 anos morreram após consumir o doce contaminado
- Jordélia é acusada de duplo homicídio e tentativa contra a mãe das vítimas
A Justiça do Maranhão negou o pedido de exame de sanidade mental para Jordélia Pereira, de 36 anos, acusada de envenenar um ovo de Páscoa que causou a morte de duas crianças e deixou a mãe delas em estado grave. O crime aconteceu em Imperatriz, em abril de 2025. A acusada responde por duplo homicídio e tentativa de homicídio.
O Que Aconteceu
- Justiça nega pedido da defesa por exame psiquiátrico: Durante audiência de instrução realizada nesta segunda-feira (14), no Fórum Henrique de La Roque Almeida, em Imperatriz (MA), o juiz negou o exame de sanidade mental solicitado pela defesa de Jordélia Pereira Barbosa, de 36 anos.
- Ré vai responder por duplo homicídio e tentativa de homicídio: O magistrado entendeu que não há indícios de que Jordélia seja incapaz de responder por seus atos. Ela é acusada de envenenar um ovo de Páscoa, resultando na morte de Evely Fernanda, de 13 anos, e Luiz Fernando, de 7 anos, além de provocar o internamento grave da mãe das crianças, Miriam Lira.
- Crime chocou Imperatriz e teve ampla repercussão nacional: O caso aconteceu em abril de 2025 e gerou grande comoção. As vítimas consumiram um ovo de chocolate supostamente envenenado, que havia sido enviado por Jordélia como presente.
- Acusada nega autoria do envenenamento em depoimento à Justiça: Em novo depoimento, Jordélia admitiu que comprou e enviou o ovo de Páscoa para Miriam, mas negou ter colocado veneno, atribuindo o crime a terceiros — versão considerada inverossímil pela Polícia do Maranhão.
- Próximos passos do processo seguem em tramitação na Justiça: Com a negativa ao exame mental, a acusada segue como plenamente responsável penalmente e o processo criminal por duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio terá continuidade nas próximas audiências.
