- Suspeito de golpe com energia solar no Piauí é preso em São Paulo
- Mais de 30 pessoas teriam sido lesadas por esquema de placas solares
- Investigado teria movimentado cerca de R$ 2 milhões em apenas um mês
Um suspeito de aplicar golpes com a venda e instalação de sistemas de energia solar no Piauí foi preso na manhã de 4ª feira (12.ago), em São Paulo. A prisão preventiva foi cumprida pela Polícia Civil, depois de investigações apontarem que mais de 30 pessoas teriam sido lesadas. O engenheiro eletricista Heitor Santana também teve a casa alvo de busca no estado paulista.
- Preso suspeito de golpe com energia solar no Piauí: O engenheiro eletricista Heitor Santana foi preso na manhã de 4ª feira (12.ago), em São Paulo, durante uma operação que investiga um suposto esquema de golpes com a venda e instalação de sistemas de energia solar no Piauí.
- Policiais cumpriram mandado de busca em São Paulo: A prisão preventiva foi cumprida pela Polícia Civil depois de a investigação apontar que mais de 30 pessoas teriam sido lesadas. Além da prisão, os agentes cumpriram um mandado de busca domiciliar no estado paulista. Segundo a Polícia Civil, a medida é resultado de um inquérito conduzido pelo delegado seccional Adalberto Paulo de Castro Júnior.
- Como funcionava o suposto esquema, segundo a investigação: De acordo com a investigação, o suspeito adotava um modo de agir parecido em vários contratos. Ele receberia pagamentos de clientes para a venda e instalação de placas e sistemas de energia solar, mas os serviços não seriam executados, mesmo após o recebimento dos valores.
- Mais de 30 boletins e nove inquéritos instaurados: Durante as apurações, a polícia verificou que já existiam mais de 30 boletins de ocorrência e 9 inquéritos policiais contra o investigado. Diante do volume de denúncias, a autoridade policial representou pela prisão preventiva e pelas buscas.
- Movimentação de R$ 2 milhões em apenas um mês: Segundo a polícia, o próprio interrogatório do investigado apontou intensa movimentação financeira. De acordo com o termo de qualificação e interrogatório, ele teria movimentado cerca de R$ 2 milhões em apenas um mês.