Polícia encontra calcinhas na casa de suspeito de matar aluna da USP

Esteliano José Madureira está foragido; corpo foi encontrado na zona Leste

Redação PI24h
  • Polícia encontra calcinhas na casa de Esteliano, suspeito de matar Bruna Oliveira
  • Corpo da vítima foi achado com queimaduras, seminua e estrangulado na zona Leste
  • Investigação apura se Bruna sofreu violência sexual e se há outras vítimas de Esteliano

A Polícia Civil de São Paulo encontrou calcinhas e um sutiã na casa de Esteliano José Madureira, principal suspeito de matar Bruna Oliveira da Silva, de 25 anos, na zona Leste de São Paulo. O homem, que aparece em vídeo perseguindo a vítima, está foragido. O corpo de Bruna foi encontrado com sinais de violência, seminu e com queimaduras. A investigação apura se houve abuso sexual.


O Que Aconteceu

  • Bruna foi perseguida e morta após sair do metrô em Itaquera: A jovem Bruna Oliveira da Silva, de 25 anos, foi vista pela última vez no dia 13 de abril, em imagens de câmera de segurança, sendo perseguida por Esteliano Madureira nos arredores da estação Corinthians-Itaquera, zona Leste de São Paulo.

  • Corpo foi encontrado quatro dias depois com sinais de violência: O corpo da vítima foi localizado em 17 de abril, em um estacionamento da região, com lesões graves, queimaduras e sinais de estrangulamento, além de estar seminu. Exames periciais ainda vão confirmar se Bruna foi vítima de violência sexual.

  • Calcinhas e outros itens foram encontrados na casa do suspeito: Durante buscas, policiais do Dhpp encontraram calcinhas e outras peças íntimas na casa de Esteliano, que serão periciadas para identificar se pertencem a Bruna ou a possíveis outras vítimas. A polícia também encontrou um saco plástico próximo ao corpo e segue verificando boletins de ocorrência na região.

  • Esteliano está foragido e tem passagem anterior por roubo: A Justiça decretou prisão temporária contra Esteliano, de 43 anos, que já havia sido preso por roubo em 2008, mas foi absolvido na época. Ele ainda não foi localizado e é considerado foragido. Policiais acreditam que ele não conhecia Bruna, mas a seguiu e a atacou após sair da estação.

  • Polícia trabalha com hipótese de feminicídio com violência sexual: A diretora do Dhpp, delegada Ivalda Aleixo, afirmou que os indícios reforçam a hipótese de que Bruna foi vítima de feminicídio com requintes de crueldade, e que equipes estão em diligência contínua para capturar o suspeito.

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