- Patrocínio de bets: Flamengo lidera com R$ 220 milhões fixos por ano na Série A
- Chapecoense, Remo e Vitória têm os menores contratos, de R$ 10 a 20 milhões
- Bônus por títulos podem levar contrato do Palmeiras a R$ 170 milhões por ano
Os 14 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro com patrocínio de bets na camisa recebem de R$ 10 milhões a R$ 220 milhões por ano com os contratos. O Flamengo lidera, com R$ 220 milhões fixos. Os valores estão em risco com a proibição das bets, determinada por MP (medida provisória) do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Quanto cada time recebe com patrocínio de bets: Juntos, os contratos de patrocínio máster com casas de apostas somam R$ 910 milhões. O Flamengo lidera a lista, com R$ 220 milhões fixos por ano. O Corinthians aparece em seguida, com R$ 150 milhões. O Palmeiras recebe R$ 100 milhões fixos, valor que pode chegar a R$ 170 milhões com bônus.
- Contratos itermediários partem de R$ 78 milhões: O São Paulo arrecada R$ 78 milhões, e o Atlético-MG, R$ 60 milhões. O Fluminense tem contrato de R$ 58 milhões, que pode chegar a R$ 86 milhões com bônus. Vasco e Cruzeiro recebem, cada, R$ 50 milhões. No caso do Vasco, os bônus podem elevar o valor a R$ 100 milhões. Botafogo e Santos ficam na faixa entre R$ 35 milhões e R$ 90 milhões.
- Menores contratos chegam a R$ 10 milhões por ano: Os menores contratos são os de Vitória (R$ 20 milhões), Remo (R$ 12 milhões) e Chapecoense (R$ 10 milhões). O caso mais curioso é o do Grêmio. O clube fechou patrocínio com uma casa de apostas na 4ª feira (23.set.2026), quando a proibição ainda era discutida pelo governo. Os valores não foram divulgados.
- Clubes reagem à MP das bets com manifesto: Hoje, 1 em cada 3 reais das receitas comerciais da Série A vem das casas de apostas. Em 2025, os clubes da 1ª divisão arrecadaram R$ 1,03 bilhão com esses patrocínios. Os times divulgaram um manifesto contra a MP. No documento, classificaram a medida como o “fim do futebol brasileiro”.
- O que vem a seguir – prazo para retirar marcas: A MP prevê que as marcas oriundas de contratos de patrocínio com bets sejam retiradas até as 23h59 de 5 de outubro, segundo o governo.