Wellington Dias jogou com elegância e deixou o recado: há ruído no vestiário governista. Em meio a cochichos de aliados sobre o ritmo das articulações e a formação da chapa majoritária para 2026, o ministro tratou de passar confiança no comando de Rafael Fonteles, a quem chamou de “coordenador do projeto político”. Sobre a escolha do vice, foi categórico: “a bola está com o governador”.
Dança das cadeiras
Se a saída de Aldo Gil da Assembleia Legislativa se confirmar, quem deve perder a vaga é o suplente Dogim Félix, herdeiro político do prefeito de Campo Maior, Joãozinho Félix. O pai pode até continuar no poder, mas o filho deve deixar a cadeira.
Bruno, Jaqueline e o amor
O prefeito de Angical do Piauí, Bruno Neto, usou o Dia das Mães para prestar homenagem à sua — e a todas. Em tratamento de leucemia em São Paulo, onde passou por um transplante de medula óssea doado pelo irmão, Barone, Bruno publicou uma foto ao lado da mãe, Jaqueline, no quarto do hospital. “Quase 40 anos depois, aqui estamos nós, aguardando meu renascimento”, escreveu. A legenda emocionou, a imagem comoveu.
Do Piauí para Pequim
O governador Rafael Fonteles acompanhou o presidente Lula no Seminário Empresarial China – Brasil, em Pequim, e celebrou os R$ 27 bilhões em investimentos chineses anunciados no evento. Entre os destaques, está a atuação do Grupo CGN no setor de energias renováveis no Piauí. O petista comemorou: “sem dúvidas, um avanço enorme para o futuro do Brasil!”.
Leite no radar de 2026
Recém filiado ao PSD, o governador gaúcho Eduardo Leite já se coloca como presidenciável para 2026 e sonha com o MDB no palanque. No Piauí, a dobradinha entre os dois partidos já é realidade — e a tal “coligação cruzada” pode ganhar novo capítulo na eleição do ano que vem.
Marinho reconhece: 6×1 é cruel
Durante visita à Feira da Reforma Agrária, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, classificou a jornada 6×1 como “cruel”, especialmente para as mulheres. Mas logo tratou de baixar a temperatura: acabar com ela “imediatamente” está fora de cogitação. A fala equilibra crítica social com cautela empresarial. Marinho tenta emplacar o discurso de redução da jornada semanal para 40h sem cortar salário, mas sempre com a palavra mágica: gradativamente.
